Zaki

IMAGEM:

http://acentauric.deviantart.com/art/Zaki-603790030

RESUMO:

Um jovem filho de escravos trazidos para o Brasil. Seus pais já eram bastante idosos e já viviam aqui por muito tempo. O seu nascimento foi uma grande surpresa, pois muitos imaginavam que sua mãe não poderia mais ter filhos. Sua mãe, mesmo com a origem africana, havia se convertido ao cristianismo e ao dar o nome ao seu filho lembrou-se da história bíblica de Isaque. Ele também nasceu de uma mãe da qual não imaginavam mais que pudesse nascer uma vida. Seu pai era um senhor de origem persa e que adotou a religião de matriz a religião de matriz africana como sua crença maior. Ele era um caçador que abandonou o seu país e viajou até a Nigéria onde teve o primeiro contato com os orixás. Ele nasceu como escravo, mas aquela situação nunca lhe foi aderente. Era uma criança que adorava andar nas matas em torno da sua fazenda. Raramente os feitores conseguiam obrigá-lo a trabalhar, pois dificilmente o encontravam.

Escrito por Ramon Santos

O projeto Batalha de Mitos é parceria entre Alpha Centauri e Sinergia Games

JUSTIFICATIVA:

Para a construção do mito do elemento terra na estrutura do Oxóssi manteremos o mesmo padrão já utilizado para a criação do mito do Exu. Não utilizaremos um mito folclórico nem outro personagem pré existente, neste caso criaremos um a partir das características gerais elencadas para representar os filhos de Oxóssi. Durante as buscas por nomes que poderia ser utilizados, encontramos o nome Zaki. Tal nome tem diversos significados assim como registramos a partir dos sites pesquisados. Buscando reforçar a a exposição e existência do sincretismo religioso no Brasil, iremos utilizar o significado central de uma de nossas fonte de pesquisa. Neste fonte se descreve um significado “puro”, “inteligente, esperto”, “virtuoso”, “que se dedica a Deus”, “justo”, “bem-aventurado”. Estas características foram utilizadas para a criação do personagem e presentação de sua personalidade. Na narrativa do projeto iremos criar um contexto para a sua apresentação e reforçar as informações a cerca do personagem que reforcem o seu papel de caçador e as suas relações com o orixá Oxóssi.

Escrito por Ramon Santos

NARRATIVA:

Zaki é um jovem de aproximadamente 22 anos que nasceu em 1866 filho de escravos trazidos para o Brasil e que já viviam aqui por muito tempo, logo já eram bastante idoso. O seu nascimento foi uma grande surpresa para todos, pois muitos imaginavam que sua mãe já não poderia mais ter filhos. Mesmo com a origem africana, ela havia se convertido ao cristianismo e ao dar nome ao seu filho lembrou-se da história bíblica de Isaque. Uma criança que nasceu de uma mãe aparentava não poder mais ter filhos. Seu pai não havia se convertido ao cristianismo, muito pelo contrário. Era um senhor de origem persa e que adotou a religião de matriz africana como sua crença. Ele era caçador viajante que abandonou o seu país e andou por toda a africa do seu país até a Nigéria. Neste lugar ele teve o primeiro contato com as divindades yorubás, os orixás, e resolveu adotar essa religião para si mesmo. O pai de Zaki foi trazido como escravo para o Brasil em uma embarcação diferente da que veio a sua mãe, por este e por tantos outros motivos eles somente se conheceram anos depois de suas chegadas. Devido às origens de seus pais, Zaki recebeu então o nome de batismo como Isaque, devido à sua mãe, e Zaki, por solicitação do seu pai. Muitos riam desse nome que produzia um fonema engraçado: Isaque Zaki. Como naquela época ainda não havia sido declarada a lei do ventre livre, Zaki nasceu como escravo. Esta situação nunca lhe foi aderente, ele era uma criança que adorava andar nas matas em torno da sua fazenda e raramente os feitores conseguiam obrigar ele a trabalhar. Seus pais temiam por suas empreitadas mata a dentro, pois havia um lenda de que alguns animais que viviam naquela região tinham um desejo especial por comer crianças. Alguns aceitavam aquilo apenas por folclore, mas o fato de que crianças desapareciam ao entrar naquelas matas deixavam todos apreensivos. Zaki sempre vivia desaparecido pelas matas preocupando sua mãe, mas seu pai sentia orgulho pelo filho seguir seus passos de caçador. Ao completar 5 anos de idade, foi então anunciada a lei do ventre livre, a partir daquela legislação todas as crianças nascidas não seriam mais consideradas escravos. O pai de Zaki ficou muito revoltado, pois seu único filho não poderia viver livre como ele foi um dia. Então ele resolveu que a sua família não poderia mais aceitar viver daquela forma e que eles deveriam fugir. Havia muitos boatos de um quilombo próximo à fazenda onde viviam e então eles resolveram procurar este lugar. Certa noite os pais de Zaki colocaram o plano em prática e fugiram da senzala para a mata fechada. Os feitores foram alertados daquela tentativa devido ao latido dos cachorros que fazia a guarda. Imediatamente todos foram atrás da família fugitiva. Após algumas horas tentando se esconder pelos matos, eles tiveram uma grande surpresa. O boato da criatura maligna na floresta era real, mas era muito pior do que imaginavam. A criatura era controlada por uma mulher que servia ao senhor da fazenda. O bicho medonho seguia suas ordens e farejava o cheiro deles na mata. Era questão de tempo que até que eles fossem descobertos. A mãe de Zaki rezava com uma pequena escultura de São Jorge que guardava sempre em seu bolso. Neste exato momento seu pai resolveu pedir ajuda da mesma forma que sua mãe, mas ele rogava para que Oxóssi viesse em sua ajuda. Lembrando-se como fazer oferendas, ele mesmo no escuro buscou diversos itens e preparou algo para a divindade. Seus pais, cada um em sua fé, e o pequeno Zaki, formaram um triangulo em volta da oferenda enquanto rezavam de olhos fechados pedindo por proteção. As forças da natureza que já os observavam então decidiram ajudar. Oxóssi pediu que dois de seus guardiões agissem em favor daquela família. Quando Zaki e sua família abriram os olhos lá estavam duas criaturas habitantes daquele lugar, eram o Caipora montado em seu grande cateto, formando uma imagem muito similar à escultura que a mãe de Zaki tinha, e o Curupira que vinha ao seu lado. A família ficou assustada, mas Zaki imediatamente sorriu. O Curupira se aproximou deles dizendo que há muito observava e cuidava daquela criança. Ele nunca a levou, pois sabia que era um primogênito e filho único, logo sabia que sua ausência ceifaria a felicidade de sua família. Ao perceber aquela situação e por conhecer a criatura que os procurava, o Curupira sabia que não havia escapatória para todos eles. O Caipora em sua sabedoria permitiu que ele levasse aquela criança consigo. O Caipora sabia que não havia esperança do Curupira devolver o pequeno aos seus pais como fazia com outras crianças. Ele as levava pequenas e as devolvia aos sete anos. Isto, pois ele sabia que não haveria como saírem todos a salvo daquele perseguidor insaciável. A mãe de Zaki, mesmo em prantos, teve bastante apreço pelo Caipora por associar naquele instante aquela criatura ao São Jorge. Já seu pai, mesmo que triste da mesma forma, sentia certo orgulho em saber que eu filho poderia ser salvo e viver nas matas como ele sempre desejou em sua juventude. Eles não puderam ter muito tempo para discutir, pois a criatura se aproximava ferozmente. Essa foi a última vez que Zaki viu seus pais e a partir daquele dia ele foi criado pelo Curupira e viveu nas matas. Muitos anos se passaram e por muitas vezes Zaki saiu em caçada atrás da criatura, mas o monstro fazia suas maldades e desparecia sem deixar rastros. O Curupira tentava impedi-lo, mas ainda assim o jovem caçador alimentava um desejo de vingança dentro dele. Estranhamente, quanto mais velho Zaki ficava, menos aparições do monstro eram percebidas. Ele havia se afastado totalmente da fazenda de onde seus pais fugiram e perdeu todo o contato com aquelas pessoas. Ele era agora de fato um habitante das matas junto com o Curupira e ambos viviam apenas preocupados em cuidar dos animais. Em um certo dia no qual fazia suas atividades rotineiras, Zaki ouviu de bem longe o berrar de uma grande ave. Ele conseguia enxergar ela de longe, mas não conseguia identificar o que era de fato. Chegou a perceber a silhueta de uma coruja, mas jamais viu uma daquele tamanho. Seu instinto caçador se aflorou e ele resolveu juntar todas as suas ferramentas e ir na direção daquele animal. O Curupira, um ser bastante experiente e muito mais antigo que Zaki, sabia que aquela era a direção da fazenda dos pais daquele caçador. Ele temia que uma reaproximação pudesse fazer mal ao seu protegido. Além é claro do fato de que ele poderia se deparar com o monstro que levou os seus pais. Mesmo com tantas tentativas, Zaki não ouviu seu mentor e foi ligeiramente na direção daquela ave. Certo tempo depois enquanto andava rapidamente entre as árvores, houve silêncio e Zaki teve dificuldade em identificar a direção que deveria seguir para encontrar a grande ave. Havia muita magia naquela floresta que era morada de muitos seres mágicos e Zaki conhecia muitos deles. Em um determinado instante ele parou e assoviou de forma longa e fina. Este era um chamado para uma de suas pequeninas companheiras. Após alguns instantes veio em sua direção uma criaturinha vestida como uma flor e com asas. Sua voz fina e baixa as vezes pedia que Zaki solicitasse que ela se aproximasse dele para poder ouvir melhor. Eles conversaram bastante, mas não sabiam explicar um ao outro o que era aquilo afinal. A pequenina chegou a tentar convencer ele a não ir, mas a cada instante em que ouvia negativas para a sua caçada, ele se sentia ainda mais impulsionado. Enquanto ainda estava conversando com sua companheira, de repente houve um chamado da ave e imediatamente a resposta de uma criatura monstruosa nas matas. Zaki não teve dúvida de que era o monstro que tanto procurava e ficou cego pela possibilidade de encontrar as duas feras. Ele pediu que a sua pequenina amiga procurasse as outras de sua espécie e estivessem atentas. Pediu ainda que elas o informassem caso descobrissem algo na mata. Aquele chamado foi suficiente para que o caçador recuperasse a direção que deveria seguir. Enquanto caminhava na mata, Zaki ouvi o som de vozes. Ele se aproximou com cuidado e logo percebeu que havia um grande número de pessoas reunidas. Ele as observou por um longo tempo e evitou que o vissem. Zaki percebeu que conversavam sobre os acontecimentos e então pode entender um pouco sobre aquela ave que estava caçando aquelas pessoas. Depois de refletir bastante ele resolver se apresentar para aquele grupo, pois acreditava que poderia ajudá-los a eliminar aquele perigo. A aparição de um caçador foi recebida com muito apreço por aquele grupo. Depois de entender qual era o desafio que se apresentava, Zaki se preparou e imediatamente saiu em sua caçada munido das informações que recebera. Como o monstro também os caçava, o encontro entre caçadores seria eminente. Não demorou muito tempo para que Zaki avistasse a criatura pela primeira vez. Perdendo o seu perfil de caçador, ele se aproximou fazendo muito barulho e logo foi percebido. O monstro avançou na direção em que ele estava e por pouco não o encontrou. Zaki usou suas habilidades para se esconder entre as árvores e saiu ileso desse primeiro encontro. Caça e caçador se revesavam nesse papel. Quando já estava perdendo a paciência naquele jogo de se esconder, Zaki enfurecido decidiu enfrentar de uma vez por todas aquela criatura. Porém o monstro era bem maior, mais forte e mais bruto do que ele imaginava. Zaki usou todas as suas armas em alguns combates, mas teve que fugir para não ser morto. Flechas, lanças, machados, nada era suficiente. Percebendo que não teria meios para derrotar o monstro, ele pelo menos conseguiu afastá-lo de perto do local onde as pessoas estavam escondidas. Zaki resolveu pedir ajuda para as criaturinhas da floresta buscando por orientações de como poderia proceder para derrotar aquele mostro. Ele queria saber se elas havia descoberto algum de seus pontos fracos. Ele novamente assoviou por algumas vezes, mas antes que elas viessem ao seu encontro, outro assovio ainda mais alto e longo foi escutado. Era o Curupira e ele estava acompanhado de um pequeno garoto índio. Aquela situação era comum, pois o Curupira costumava levar crianças pequenas para morar com ele na floresta e só as devolvia para os pais quando estava mais velhas. Ele as ensinava tudo sobre as matas, mas usava um feitiço quando as devolvia para que elas somente mantivessem pequenas lembranças. O Curupira pediu que Zaki desistisse da caçada, pois temia para segurança dele. O caçador relutante e não aceitava qualquer orientação, mas aceitou sair daquele lugar onde eles se encontraram. O Curupira o levou para uma região muito afastada no meio da floresta. Era uma pequena, mas profunda, depressão que se mantinha escondida pela presença de grandes árvores de troncos bastante largos. Nem mesmo Zaki conhecia aquela parte da floresta, pois imaginava que não havia passagem para entrar naquele lugar. Lá o Curupira pediu que ele apenas descansasse um pouco, mas o jovem caçador estava muito agitado. Eles chegaram a discutir e Zaki irritado retornou pelo lugar por onde vieram. O jovem caçador não entendia por qual motivo o Curupira agia daquela forma, pois ele mesmo era um ser extremamente poderoso e que até poderia ajudá-lo a vencer aquela criatura. Ele continuou em sua busca procurando rastrear novamente a criatura que estava caçando. Bastante chateado ele voltou a assoviar e dessa vez agiu com tanta intensidade que as pequeninas companheiras da floresta vieram aos monte. Ele pela primeira vez agiu com arrogância com elas e praticamente as cobrava de informações. Porém as pequeninas estavam com bastante medo e durante esse tempo se esconderam. Zaki estava praticamente transtornado e elas acabaram se juntando próximas a uma árvore temendo até mesmo que ele fizesse algo de mal com elas. Mesmo sem perceber, ele as amedrontava cada vez mais até que em um momento todas elas entraram em uma espécie de transe. Iniciaram uma revoada sincronizada em frente a ele e uma quantidade muito grande de vaga-lumes se aproximou formando com elas um rosto. Ainda que Zaki não tivesse identificado, aquela era uma magia sendo controlada por Oxóssi e era ele que falava com o caçador por meio daquela representação. Ambos conversaram e então aquele espírito contou para Zaki a história em que Oxóssi derrotou a grande ave que assolava um reino na África. O jovem caçador agora estava bastante motivado, mas sabia que precisaria de uma arma nova para que pudesse realizar mais uma tentativa. O espírito lhe esclareceu muito sobre diversos pontos em que questionou, mas sempre respondia usando metáforas e enigmas. Antes de se despedir, o espírito da floresta orientou que procurasse Oxóssi na mata e que se ele fosse digno que o encontraria. Zaki continuou cego e chegou até mesmo a passar pelo orixá algumas vezes sem perceber. Então a divindade o observou por alguns mitos até que resolveu se mostrar para ele. Zaki foi surpreendido pelo orixá sentado calmamente em um tronco de árvore. Ele se aproximou com muita referencia, mas Oxóssi pediu que ele mantivesse a posição e concentração do caçador. Ambos tiveram uma longa conversa e o orixá resolveu ajudar naquela caçada. Ele forjou um arco e flecha similar ao seu Ofá e Damatá e o entregou para Zaki após explicar o seu funcionamento. Havia enigma também naquela arma e somente após utilizá-la, o caçador entenderia de fato as orientações que lhe foram repassadas. Oxóssi sabia que o tempo estava contra aquela caçada e pediu que Zaki se apressasse. Foi neste mesmo momento que o caçador ouviu o novamente o assovio do Curupira, mas havia algo errado. Eram assovios curtos e intensos. Logo ele percebeu que havia algo errado e isto se reforçou quando os sons pararam repentinamente. Ele voltou rapidamente para o lugar onde deixou o Curupira na companhia do pequeno índio. Quando se aproximou da entrada entre as árvores ele ouviu imediatamente o som de uma batalha acontecendo ali dentro. O monstro e o Curupira travavam uma batalha, pois a criatura desejava comer a criança viva. Zaki lembrou-se das orientações sobre o uso do ofá e se aproximou cuidadosamente para não ser percebido. No exato momento em que a criatura venceu o Curupira, o jogo para longe e estava pronta para comer a criança, Zaki estava posicionado com seu ofá com o monstro na mira. Ele esticou bem o damatá e o atirou de forma certeira no pescoço do mostro que ficou imediatamente paralisado. O caçador correu imediatamente em socorro do garoto e do seu mentor e eles se juntaram e ficaram observando a criatura imóvel em frente a eles. Zaki contou ao Curupira o que havia acontecido na floresta e explicou sobre aquele ofá. O caçador sabia que ainda havia uma caçada a ser realizada, mas lembrava-se que se tivesse a flecha do monstro que ele voltaria a vida ainda que com uma energia menor devido à magia da flecha. Aquele era um grande desafio para o jovem que poderia ter que enfrentar a a criatura novamente mesmo que fragilizada. Após uma conversa com o Curupira ele resolveu remover a flecha e se preparou para o pior. Porém todos foram surpreendidos, pois o monstro ao voltar a vida se debateu até que se transformou novamente em um homem. Sem dúvidas eles ficaram muito surpresos ao ver aquele velho em sua frente. Zaki chegou a deixar brotar um desejo de vingança, mas o Curupira dessa vez o segurou de forma mais veemente para que ele não cometesse uma atrocidade. Ambos acreditaram que devido à magia de remoção de energia do ofá, que ele não voltaria a se transformar. O Curupira pediu que Zaki deixasse o velho ir embora, pois não caberia a eles fazer justiça com as próprias mãos. Mesmo enfurecido, ele não foi contra aquele pedido e virou de costas para não ver o assassino de seus pais ir embora. Pouco tempo depois Zaki se despediu novamente e foi ao encontrado do grupo de pessoas escondidas na mata. Ao chegar ele falou que havia derrotado o monstro da floresta e que agora estava se dirigindo na direção da grande ave. Muitos o alertaram de que era uma criatura ainda mais cruel e poderosa, logo algumas pessoas se propuseram a acompanhá-lo. Formou-se um grupo que retornou para a fazenda iniciando a caçada contra a grande ave. Os acontecimentos seguintes desta história estão no enredo central do projeto e não serão descritos aqui no documento geral da ilustração do personagem Zaki, pois não se fazem necessários para a construção da sua ilustração.

Escrito por Ramon Santos

CARACTERÍSTICAS:

Representaremos o Zaki como um caçador essencial. Ele vive nas matas e utiliza ela de todas as formas para sua sobrevivência. A sua ilustração será a representação do momento em que ele recebe do próprio Oxóssi o arco mágico do orixá para combater a mesma fera que o separou da sua família quando era pequeno. Na ilustração deverá haver o personagem no momento desse presente, assim como a ilustração do arco mágico. O ambiente deverá ser uma floresta, mas não precisa ser muito trabalhado. O ilustrador estará bastante libre na criação utilizando as referencias de imagens e textos armazenadas na pasta do Google Drive da ilustração. Devem ser adicionadas pegadas na direção horizontal representando a passagem do Curupira naquele lugar.

Escrito por Ramon Santos

REFERÊNCIAS:

https://www.youtube.com/watch?v=rsK0d1gGt7Y
https://lilamenez.wordpress.com/2012/09/12/os-filhos-de-oxossi/
http://www.dicionariodenomesproprios.com.br/zaki/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Isaac
http://www.cordvida.com.br/blog/nomes-diferentes-para-o-seu-bebe-origem-africana/
http://www.significadodenome.com/significado/5535/zaki.html
http://www.iremar.com.br/nomes/index.php?q=Zaki
http://www.osignificadodonome.com/significado-do-nome-zaki-12206.html
http://www.suapesquisa.com/historiadobrasil/lei_ventre_livre.htm

LIVROS:

MODESTO, Luíz Antônio. O Livro da Nação Espírita – Orixás. São Paulo: Editora do Autor, 2013. p. 130-132.

LINKS:

https://www.facebook.com/sinergiagames
https://www.facebook.com/acentauric
http://acentauric.deviantart.com/
https://www.facebook.com/batalhademitos/
https://www.youtube.com/playlist?list=PLy7c38X48lDXaL1KLWXSQLFjm24VS4lQj

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